
Seguro de Saúde Pessoal
Este seguro tem por objetivo garantir ao segurado o atendimento médico-hospitalar referente a consultas médicas, internações, cirurgias e exames laboratoriais.
PLANOS DE SAUDE
O que é um Plano de Saúde. Um Plano de Saúde é um serviço privado oferecido
por empresas especializadas e que inclui uma rede de atendimento médico,
laboratórios clínicos, cuidados de enfermagem e diversos outros serviços de saúde.
Cada uma das ditas empresas especializadas tem a sua própria rede de
atendimento, diferenciando-se quanto à cobertura e quanto à abrangência de
serviços.
De maneira geral, os planos de saúde coletivos podem ser divididos em 3 grupos
principais:
Planos de saúde por afinidade: são coberturas planejadas para grupos de pessoas
que têm características comuns de atuação na sociedade, como estudantes,
associações de moradores e entidades de classe .Esses grupos podem ser
classificados conforme sua categoria profissional, área, porte e região
Para ela, a definição de plano de saúde é: “Contrato de prestação continuada de
serviços ou cobertura de custos assistenciais a preço pré-estabelecido ou pós estabelecido,
por prazo indeterminado, com a finalidade de garantir, sem limite
financeiro, a assistência à saúde, pela faculdade de acesso e atendimento por
profissionais…
O plano de saúde coletivo, como o próprio nome sugere, é um plano de saúde que
contempla várias pessoas ao mesmo tempo. Contudo, essas pessoas possuem algo
em comum: um vínculo trabalhista com uma empresa ou pertencem a instituições,
sindicatos ou associações profissionais. Diante disso, podemos dividir o plano
coletivo em: 1.
Um plano de saúde funciona como um cartão de descontos. Ao subscrever este
produto vai
beneficiar de um desconto nos prestadores (por exemplo clínicas e hospitais
privados). Ou
seja, pagará um preço abaixo da tabela sempre que recorrer a esses prestadores.
Esta opção
permite, mediante o pagamento de uma mensalidade, aceder a consultas de …
A coparticipação é a cobrança de uma parte dos custos dos serviços oferecidos por
planos
de saúde, como consultas, exames e uso do pronto-socorro.
Prevista pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), ela não faz parte da
mensalidade e deve estar descrita em contrato.
E por que ela existe? Segundo a ANS, a coparticipação incentiva o bom uso do
plano de
saúde, sem exageros. E com essa utilização sustentável do serviço é possível
oferecer
mensalidades menores para todos.
A saúde é uma prioridade na vida das famílias, entretanto, o Sistema Único de
Saúde (SUS)
não consegue absorver adequadamente toda a demanda da população brasileira.
Em vista
disso, boa parte das pessoas acaba buscando no plano de saúde uma alternativa de
atendimento eficaz, que garanta tranquilidade e bom atendimento.
Segundo o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde contabilizou, em 2014,
4,1
bilhões de tratamentos ambulatoriais, 1,4 bilhão de consultas médicas e 11,5
milhões de
internações. Os números são expressivos, mas os atendimentos ainda são
insuficientes para
cobrir as necessidades dos quase 170 milhões de brasileiros.
Dados da Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) registraram, em
setembro de
2016, o número de 48,3 milhões de beneficiários em planos privados de assistência
médica – desses, 32 milhões fazem parte da modalidade coletivo empresarial, 9,4
milhões,
da modalidade individual/familiar e 6,5 milhões, da modalidade de coletivos por
adesão.
Esses números mostram a grande procura da população por um plano de saúde
que lhes dê
segurança e a certeza de atendimento quando necessário.
Entretanto, na hora de contratar o serviço, surgem diversas dúvidas. Uma das
principais é
quanto à escolha entre plano de saúde completo ou de coparticipação. Entenda, no
post de
hoje, a diferença entre essas duas modalidades e saiba escolher a opção mais
adequada à sua realidade.

